Minha Querida DicaPet Shot

Pet Shot Especial

Postado por Bruna Bolis 30 de julho de 2015 0 Comentários

Quem conta a história hoje por aqui é a Marina Consoli, ela é gaúcha também, de Passo Fundo, mas viemos a nos conhecer aqui em Teresina – realmente o mundo é uma cidade pequena – e somos colegas de pós graduação. Ela é formada em Direito, cursa Design de Moda mas tem a pretensão de ser Veterinária, não é a toa que ela é tão engajada com os animais. Por isso o Pet Shot de hoje é tão especial, confiram a história da Marina e toda sua trupe:

“Sempre gostei de animais, quando criança tive contato com cães de vizinhos e alguns que a minha avó criava no quintal, mas nunca me apeguei tanto.

Depois de adulta, após passar por um período emocional difícil, eu que já havia ganho um poodle, o Pipoca, e por inexperiência o mandei para a fazenda dos meus pais, decidi que era hora de tentar novamente criar um cãozinho. Então chegou o Louis Vuitton, um poodle pretinho cheio de marra e personalidade. Um ano depois mais um, o Victor Hugo, também poodle, só que branquinho. Dois anos depois era a vez do sharpei mais bobão e fofo adentrar a minha casa, Manolo Blahnik. Tem também a yorkshire Chanel – que foi presente da minha mãe pra minha irmã – e a gata Sagwa, que tem 15 anos e 7 que está conosco. Se até aí já eram muitos, imagine que ganhei um casal de pintos, nomeados Dolce e Gabbana, e dois coelhinhos, Tufi Tufi e Pom Pom. Infelizmente já não tenho mais os coelhos e os pintinhos. E sinto falta de todos. Sempre lembrarei.
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Em 2015, após ajudar financeiramente em um caso de resgate de uma cadelinha que havia sido esfaqueada, comecei a perceber o movimento de proteção animal e foi aí que me interessei em contribuir casa vez mais e de formas diferentes.
Exemplo? Quando não tinha grana pra ajudar nos medicamentos e hospedagens deles em clínicas, me propus a ajudar na limpeza de uma casa que estava servindo de abrigo, dei banho em alguns desses resgatados, fiz uma seção de fotos para ver se mais pessoas se interessavam em adotá-los.
Depois ajudei em um bazar doando roupas, e no próprio dia fazendo a distribuição de um material impresso de conscientização ali no Parque Potycabana. E dali pra frente só aumentou minha “fome” em ser útil para esta causa ainda tão pouco visualizada pela sociedade.
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Resgatei alguns cães doentes da rua, tratei, inclusive uma é minha filha Valentina, outro é o Gucci que era agredido na antiga casa, outra ainda está na clínica se tratando de um tumor, a Princesa. Houveram resgates de mãe com filhotes, de rotweiller abandonada há dias em um bairro. Também costumo ajudar nos pedidos de ajuda financeira ou de adoção, existem casos que consegui encontrar vários donos para cães já sofridos e abandonados diversas vezes. Realizei bingo para conseguir fundos e após o evento fui a uma clínica e doei quantias para 11 casos diferentes, de animais que eu nem tive contato.
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A questão é que precisamos entender que somos a mudança que queremos do mundo, nós somos o próprio mundo! Muitos podem me considerar louca, mas quando passei a ver problemas tão graves de descaso, agressões, abandono de cães idosos ou doentes, entendi que não podemos apenas olhar e seguir. Eles precisam de nós!image (4)E olha, de todo meu coração, nós precisamos muito deles também.
Amo todos os meus animais, os cães, os que tenho em casa e os que intermediei adoções e ajuda com tratamento ou ração. Os animais recentes que adotei são Anderson Silva, um gatinho que foi atropelado e teve uma das patas traseiras amputada e a outra ainda não se mexe direito e outros dois gatinhos que não tinham para onde ir, os Raj (porque ele é rajado) e o Oreo (porque ele é preto com branco como o biscoito).
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Então minha casa não tem mais espaço físico, mas meu coração sempre encontrará uma forma de ajudar em alguma situação. Hoje faço parte de um grupo de protetores independentes, que visa conscientizar a população com palestras e eventos, provando o quanto animais são importantes, sobre como cuidá-los e sobre as leis dos direitos ambientais que podem punir com detenção e multa, aqueles que maltratarem os bichinhos.
Me sinto muito abençoada por tê-los em minha vida, trouxeram outro sentido, me tornaram mais leve e pura, me trouxeram paz e gratidão por tudo que tenho. Porque eles muitas vezes não tem absolutamente nada e nem ninguém, e ainda assim conseguem nos amar e proteger. Emoji “
História linda né? E pra quem quiser ajudar tá aqui o link do facebook da Marina e da página do GDAPI, só chamar ela lá!!

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